Yo Você We – Minhas Experiências com o amor

Oláaa!!! É com grande alegria que divulgo o lançamento do meu primeiro livro de poesia Yo Você We – Minhas Experiências com o Amor!!!!! Yo Você We é o retrato da minha narrativa pessoal em busca da excelência no amor romântico. O livro já pode ser encontrado Aqui para download Yo Você We  Se vocêContinuar lendo “Yo Você We – Minhas Experiências com o amor”

Dois Sóis

E entre nuvens, hoje o céu me apareceu mais claro. Os ventos também mudaram com movimentos lentos e calmos. Até os assobios entre os prédios nas noites de lua clara Transportavam a língua das metamorfoses para o etéreo. Trazendo uma vida com mais sabor, mais amor, mais paz. Era um mistério. Um elo entre oContinuar lendo “Dois Sóis”

SelfGlossário

Leveza: Quando a alma dispensa as tormentas. Tranquilidade: Quando a gente sente uma ‘quenturinha’ no coração. Inspiração: Quando algo dos outros nos importa. Intuição: Quando o que vem de fora já não importa. Amor: A chave e a porta! Texto e foto: Yve Oliveira

Até quando Facebook?

Desativei o face! Voltei para organizar a casa! Visitei amigos, posts, compartilhamentos. Li memórias, intrigas, confusão, descaso. Vi amor, alegrias, sofrimento, angústia, abandono. Falta de bom senso, horror, terror, retrocesso. Vi. Li. Anotei. Postei Paulo Freire. Abandonei a necessidade de utilizar dos mesmos critérios para me manifestar para o sim ou para o não. SouContinuar lendo “Até quando Facebook?”

Aqui

Um dia. Uma vez. Um de cada. Uma escada. Uma porta, Uma ponte, Uma janela aberta. Um começo. Uma estrada. Um teto. Uma história. Um destino. Uma asa aberta. Um tropeço. Um descompasso. Um ar cansado. Um zunido. Um funil. Não esqueço. Desapareço. Entonteço. Escureço. Dá um nó em mim. Apareço. Amanheço. Re [começo]. IluminaContinuar lendo “Aqui”

É tarde!

É tarde amor, vem deitar! O nosso tempo jaz rápido demais! Ao longe escuto teus últimos sussurros gritando: Mais, ais, is, i… e Já não dá mais! É tarde! A luz apagou, Meu olho cerrou, Teu corpo se desconectou dos meus sentidos Sem desequilíbrios. Nossa alma carece de mais Paz. Ah, não se apraz! Desfaz,Continuar lendo “É tarde!”

Destempero

Decido levantar. Não há possibilidade para o sono. Da janela, posso ver o céu repleto de estrelas e penso em você. Penso em nós. Dos passos e descompassos. Das nossas escolhas, ausências, silêncios, tormentos. Um dia, eu quis voltar no tempo; Quando tudo era propício, no início. Mas, sempre foi assim: descompromisso. Vida a empurrarContinuar lendo “Destempero”

Sobre a experiência com a maternidade

Hoje perdi a conexão com a poesia rasa e (des) criei a necessidade de falar de amor do jeito que você espera. Porque o amor não tem nada de romântico, nem poético. Amor, meu caro, é selvagem sanguíneo, inconsequente. Arde, queima, dói. Meu querido, amor é explosão. É supernova. É um vulcão em erupção. AmorContinuar lendo “Sobre a experiência com a maternidade”

Deixe o amor ser seu farol

Quando a luz brilhar sobre os grandes mistérios da natureza humana e transpassar em si aquilo que outrora estava esquecido, (o amor próprio, único, mas puro como as águas cristalinas desta terra infinita). Quando do mar emergir a fonte da sua natureza caótica e constante, Quando puder resgatar de si a verdadeira beleza. Quando emergirContinuar lendo “Deixe o amor ser seu farol”

Agapefobia

Eu tenho medo O amor me dá medo Tenho tanto medo Medo de não ser aquilo que você espera Medo de você gostar de mim agora e não depois Medo de você voltar para os braços do mundo Medo O amor me dá medo Como uma pétala de flor perto de uma rajada de ventoContinuar lendo “Agapefobia”

Sobre óbvios ululantes

Ultrapassamos a barreira das impressões. Das versões que fizeram e que fizemos de nós; Do mistério que costurou silencioso os músculos geradores do seu sorriso; Da verdade estampada na cara, na alma e no peito! Agora, sem amarras, nem traumas a vida celebra a beleza do aprendizado na impermanência! E que assim seja! No fundo,Continuar lendo “Sobre óbvios ululantes”